É senso comum e irrefutável, os dois lados têm suas concepções sobre a melhor forma de governar; seja pelo fortalecimento da máquina púbica aumentando as reservas, pagando juros da dívida externa ou, sobretudo, investindo no social através de projetos assistências (bolsa família, exemplo máximo); seja abrindo a economia às multinacionais, privatizando, promovendo o crescimento a qualquer custo, com alicerces nem sempre confiáveis.
O questionamento que não me abandona é simples, de alguém que acompanha a história recente do país, um eleitor. Vejo nos jornais mais diversos entrevistas com personalidades da cena política nacional em pleno burburinho, ansiosos por mais um milagre da democracia. Não somente a presidência, mas também a divisão de cargos ímpares no Senado e Câmara. Neste exato momento estão sendo feitos acertos, concessões e arranjos políticos que garantam, assim espero, o melhor para todos nós e não somente meia dúzia de caciques. Desculpem-me os índios.

bom começo
ResponderExcluirque tal agora falar da internacionalização da Amazônia?
ou entao do nosso novo "companheiro" Obama??
abraço
olhae...ótimo começo...curti pra caramba o texto....espero q continue a postar...
ResponderExcluirabraço!